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Aviamentos Fashion de Moda

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Identidade de Moda

Estes cadarços com ponteiras coloridas podem ser usados tanto no vestuário de jaquetas e bermudas, quanto em tênis e sapatos estilizados. As ponteiras dão um toque pessoal e permitem compor estilos diferenciados diariamente. Com a novidade, as pessoas podem experimentar e criar possibilidades infinitas de moda estilizada e personalizadas. Ah !!! Eu sei onde encontrar : Identidade de moda by Nct Representaçõese ainda Entrega para o Brasil todo … Adorei !!!  

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Bonne chance à toutes et tous

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Quer uma nova câmera para o Natal?
O site theTrendyGirl oferece a oportunidade de você ganhar uma câmera digital Fujifilm Finepix Z800 EXR ,com cartão de memória e tudo !!!
Para ganhar, é muito simples .
A competição acontece no Twitter a partir de hoje até domingo, 19 de dezembro à meia-noite e você só precisa seguir (follow) a conta @ trendygirlmag e retweet (uma vez) ou anunciar no seu twitter o anuncio do concurso:
Ganhe uma Fujifilm Finepix Z800 para o Natal!
RT @ & SIGA trendygirlmag http://bit.ly/gRwicX.
(Atenção, apenas retweets dando o nome certo serão levados em conta.)
O sorteio será realizado entre os seguidores que retweeted na segunda-feira, 20 de dezembro e o vencedor será anunciado no início da tarde … Boa sorte a todos !!!

Nineties Fashion : infinitamente anos 90 !!!!

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Quando você ouvir as palavras “nineties fashion”, a maioria das pessoas imediatamente pensam em algo descuidado … Embora seja verdade que estes estilos foram certamente influenciados pelas situações emblemáticas da época, a tendência grunge não foi a única a dar sua pitadinha , oh não! Temos muito mais para inspirações alheias …
A década também foi carregada por silhuetas marcadas e outras coisinhas … Assim, optei por focar na moderna reinterpretações destes moralizante estilos . Utilizando o teste de Beverly Hills, 90210 ,ou Barrados no Baile, pra gente aqui no Brasil, me perguntei : o que é que Brenda, Kelly, Donna, e Andrea iriam vestir? As respostas são infinitas, afinal, há tantos itens de inspiração para os anos noventa no momento, mas fiz o melhor para honrar as minhas amadas heroínas e escolher algo fabulosamente divertido para você. Se você quiser usar todo um olhar, ou simplesmente se apaixonar por uma única peça, queira desfrutar hoje deste referencial (mas nunca reverencial) história!

Nineties Fashion : infinitamente anos 90 !!!!

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Quando você ouvir as palavras “nineties fashion”, a maioria das pessoas imediatamente pensam em algo descuidado … Embora seja verdade que estes estilos foram certamente influenciados pelas situações emblemáticas da época, a tendência grunge não foi a única a dar sua pitadinha , oh não! Temos muito mais para inspirações alheias …
A década também foi carregada por silhuetas marcadas e outras coisinhas … Assim, optei por focar na moderna reinterpretações destes moralizante estilos . Utilizando o teste de Beverly Hills, 90210 ,ou Barrados no Baile, pra gente aqui no Brasil, me perguntei : o que é que Brenda, Kelly, Donna, e Andrea iriam vestir? As respostas são infinitas, afinal, há tantos itens de inspiração para os anos noventa no momento, mas fiz o melhor para honrar as minhas amadas heroínas e escolher algo fabulosamente divertido para você. Se você quiser usar todo um olhar, ou simplesmente se apaixonar por uma única peça, queira desfrutar hoje deste referencial (mas nunca reverencial) história!

Nineties Fashion : infinitamente anos 90 !!!!

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Quando você ouvir as palavras “nineties fashion”, a maioria das pessoas imediatamente pensam em algo descuidado … Embora seja verdade que estes estilos foram certamente influenciados pelas situações emblemáticas da época, a tendência grunge não foi a única a dar sua pitadinha , oh não! Temos muito mais para inspirações alheias …
A década também foi carregada por silhuetas marcadas e outras coisinhas … Assim, optei por focar na moderna reinterpretações destes moralizante estilos . Utilizando o teste de Beverly Hills, 90210 ,ou Barrados no Baile, pra gente aqui no Brasil, me perguntei : o que é que Brenda, Kelly, Donna, e Andrea iriam vestir? As respostas são infinitas, afinal, há tantos itens de inspiração para os anos noventa no momento, mas fiz o melhor para honrar as minhas amadas heroínas e escolher algo fabulosamente divertido para você. Se você quiser usar todo um olhar, ou simplesmente se apaixonar por uma única peça, queira desfrutar hoje deste referencial (mas nunca reverencial) história!

Fashion Rio : Feito para usar ?

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Este é um dos melhores textos que eu já li … São idéias reais, em tempo real … Absolutamente necessário para um plano de negócios ou um briefing de coleção … Super Parabéns pela autoria no blog ” ABout Fashion “ … e impossível não relatar aqui !!!!
“Tá, o Fashion Rio acabou. E o que a gente pode aproveitar de bom nele? Tipo mesmo… Ok, as calças largas que vão afunilando até o tornozelo (”novas baggy”), os casacos estilo esportista (anoraque), essa vontade de uma roupa confortável, fácil e despretensiosa, as saias lápis, o look recessionista… Mas o que isso tem a ver com as nossas vidas? Ou melhor como isso se relaciona com a realidade da mulher e do consumidor de moda brasileira?
Não sou um apoiador da tão buscada identidade da moda brasileira – acho uma pergunta sem sentido nos dias de hoje -, mas o mínimo que se espera de desfiles numa semana de moda carioca é alguma relação com nossa realidade, não? Estou errado? É que as coleções do Fashion Rio me pareceram muito guiadas por vontades internacionais, aquelas que vimos nos desfiles internacionais em setembro e outubro passado. Nada contra quem quer se basear nessas “tendências”, mas não tem como adaptar para nossa realidade, nosso clima? O que há de errado com a moda?
Por isso que amei o texto que a Alexandra Farah escreveu em sua coluna do Ig. Lá ela questiona tudo isso e eu super concordo. As roupas, a imagem de moda destas coleções não são feias, bem pelo contrário. Eu acho lindo esse look meio recessionista chic, que apareceu na Printing ou então na Claudia Simões. Também adoro a combinação de blazer com ombros mais marcados, combinados com vestidos mais levinhos ou peças mais delicadas, que apareceram em tantas coleções. Mas a mulher brasileira quer isso mesmo? Ela usa isso?
Sem contar nessa aparente confusão de luxo com a moda, que toma conta de muitas coleções. Parece que as pessoas esqueceram que moda não é sinônimo de luxo. E dá super para ver isso em marcas e estilistas jovens. Já reparam que eles sempre imaginam suas mulheres ultra glamourosas, sofisticadas, poderosas e por isso acabam fazendo uma roupa com aspiração de luxo e jogam o preço lá em cima? Será que ninguém lembra que agradar os ricos não é o principal objetivo da moda?
É que hoje as lojas querem ser luxuosas, querem vender luxo, os editores querem uma imagem de luxo, celebridades querem ser luxuosas e as revistas querem essas pessoas luxuosas em suas capas. E daí os estilistas – principalmente os jovens – acreditam que eles só tem uma opção: roupas de luxo. Sendo que a maioria nem pode pagar os custos de produzir algo luxuoso. E não estou falando apenas das roupas. O luxo não é apenas as roupas ultra caras de alta qualidade. É todo esse mise en scène das semanas de moda e desfile.
Daí a marca X vai correr atrás das mais variadas formas de patrocínio que resultam em pacotinhos da chá ou ração de cachorro, como a Ale Farah contou, nas cadeiras de desfile. Some-se a isso a vontade das roupas parecem luxuosas, com recursos que não passam nem perto daqueles que realmente produzem luxo.
É como se a moda estivesse ainda vivendo todo aquele excesso de crédito que levou os mercados financeiros ao colapso recentemente. Não é muito mais honesto e muito melhor uma apresentação pequena, até mesmo no show room da marca como fez Bianca Graham Pereira?
A prática é super corriqueira nas temporadas internacionais. Marcas que não tem condições de desfilar ou que simplesmente não querem se submeter a um desvirtuamento de imagem por conta dos patrocínios, convidam jornalistas e compradores para verem a coleção nos ateliês e show room. E o resultado é as vezes muito mais positivo. Então, será que não é hora de parar um pouco e repensar toda essa estrutura meio importada sobre qual a moda brasileira se pauta? ”

Fashion Rio : Feito para usar ?

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Este é um dos melhores textos que eu já li … São idéias reais, em tempo real … Absolutamente necessário para um plano de negócios ou um briefing de coleção … Super Parabéns pela autoria no blog ” ABout Fashion “ … e impossível não relatar aqui !!!!
“Tá, o Fashion Rio acabou. E o que a gente pode aproveitar de bom nele? Tipo mesmo… Ok, as calças largas que vão afunilando até o tornozelo (”novas baggy”), os casacos estilo esportista (anoraque), essa vontade de uma roupa confortável, fácil e despretensiosa, as saias lápis, o look recessionista… Mas o que isso tem a ver com as nossas vidas? Ou melhor como isso se relaciona com a realidade da mulher e do consumidor de moda brasileira?
Não sou um apoiador da tão buscada identidade da moda brasileira – acho uma pergunta sem sentido nos dias de hoje -, mas o mínimo que se espera de desfiles numa semana de moda carioca é alguma relação com nossa realidade, não? Estou errado? É que as coleções do Fashion Rio me pareceram muito guiadas por vontades internacionais, aquelas que vimos nos desfiles internacionais em setembro e outubro passado. Nada contra quem quer se basear nessas “tendências”, mas não tem como adaptar para nossa realidade, nosso clima? O que há de errado com a moda?
Por isso que amei o texto que a Alexandra Farah escreveu em sua coluna do Ig. Lá ela questiona tudo isso e eu super concordo. As roupas, a imagem de moda destas coleções não são feias, bem pelo contrário. Eu acho lindo esse look meio recessionista chic, que apareceu na Printing ou então na Claudia Simões. Também adoro a combinação de blazer com ombros mais marcados, combinados com vestidos mais levinhos ou peças mais delicadas, que apareceram em tantas coleções. Mas a mulher brasileira quer isso mesmo? Ela usa isso?
Sem contar nessa aparente confusão de luxo com a moda, que toma conta de muitas coleções. Parece que as pessoas esqueceram que moda não é sinônimo de luxo. E dá super para ver isso em marcas e estilistas jovens. Já reparam que eles sempre imaginam suas mulheres ultra glamourosas, sofisticadas, poderosas e por isso acabam fazendo uma roupa com aspiração de luxo e jogam o preço lá em cima? Será que ninguém lembra que agradar os ricos não é o principal objetivo da moda?
É que hoje as lojas querem ser luxuosas, querem vender luxo, os editores querem uma imagem de luxo, celebridades querem ser luxuosas e as revistas querem essas pessoas luxuosas em suas capas. E daí os estilistas – principalmente os jovens – acreditam que eles só tem uma opção: roupas de luxo. Sendo que a maioria nem pode pagar os custos de produzir algo luxuoso. E não estou falando apenas das roupas. O luxo não é apenas as roupas ultra caras de alta qualidade. É todo esse mise en scène das semanas de moda e desfile.
Daí a marca X vai correr atrás das mais variadas formas de patrocínio que resultam em pacotinhos da chá ou ração de cachorro, como a Ale Farah contou, nas cadeiras de desfile. Some-se a isso a vontade das roupas parecem luxuosas, com recursos que não passam nem perto daqueles que realmente produzem luxo.
É como se a moda estivesse ainda vivendo todo aquele excesso de crédito que levou os mercados financeiros ao colapso recentemente. Não é muito mais honesto e muito melhor uma apresentação pequena, até mesmo no show room da marca como fez Bianca Graham Pereira?
A prática é super corriqueira nas temporadas internacionais. Marcas que não tem condições de desfilar ou que simplesmente não querem se submeter a um desvirtuamento de imagem por conta dos patrocínios, convidam jornalistas e compradores para verem a coleção nos ateliês e show room. E o resultado é as vezes muito mais positivo. Então, será que não é hora de parar um pouco e repensar toda essa estrutura meio importada sobre qual a moda brasileira se pauta? ”